sexta-feira, 22 de julho de 2011

Quando a saudade aperta.





Tão longe...
Tão perto...
Mundo insano! Tecnologia louca, que alivia a saudade e promove a agonia de não ter-te realmente em meus braços.
Dói. Mas é uma dor boa, que aumenta o sentimento, valoriza o ser e estimula a criatividade. Algumas depressões ocorrem no percurso, cabe aí procurar o pico que fará a sombra que cobrirá os profundos caminhos passados.
Mas ainda assim, acariciando com os olhos e sendo afagado pelo teu som, continuo com a suave saudade, sempre presente.
Tão perto...
Tão longe...


Paz e Prosperidade!
M. O-AK.

Dias que se passaram...

Queridos amigos,

Sinto muitíssimo por deixá-los na mão por tanto tempo. Aliás, peço perdão ao meu 'Blog' pelo abandono... Ele está até ficando empoeirado, jutando um pouco de mofo.

Ainda devo aqui a postagem do último dia em Praga e contar sobre as últimas viagens.

Bom, a verdade é simples: o bicho tah pegando! Muito trabalho, pouco tempo para dormir. Se tenho pouco tempo para dormir, imagine escrever textos sobre as viagens! Aliás, foi até bom que em Helsinki eu fiz videolog, vai ser mais fácil postar assim.

Mas o que acontece é que finalmente a coisa está andando por aqui. Tanto que até estou trazendo trabalho pra casa no final de semana (temos que adiantar o que dá, certo?).

Então é isso. Estou bem; o quarto está uma zona; não lavo roupa tem 3 semanas; outro dia estava varrendo o chão por volta de 23h; preciso fazer compras urgente, pois os ovos passaram da validade e só tenho espaguete, molho napolitano para mais uma refeição e meia garrafa de brut francês.
E o engraçado é que, os 3 primeiros meses foram moles. Mas este último... Hoje, quando cheguei em casa, falei pra mim mesmo 'Cheguei', e de repente pensei como seria bom ter alguém me esperando. Bateu uma melancolia, confesso. Mas vamos nessa! Esse final de semana tem as "Noites de Fuviére", um mega festival em Lyon. Não sei se vou conseguir ir (trabalho!), mas já tenho outros eventos agendados.

Saudades de todos,
Paz e Prosperidade!
M. O-AK.

sábado, 9 de julho de 2011

Lá e de volta outra vez

Lá e de volta outra vez...
Um conto de Allan Bolseiro.

Bon Jour a tout le monde.
Cá estou eu mais uma vez, em Lyon, França, escrevendo-vos para passar informações de meu dia-a-dia. Embora seja sabido por muitos dos que me acompanham, nem todos realmente sabiam que eu estive no Rio de Janeiro nesta última semana decorrida.
E, para seguir com o perfil deste que vos escreve, preparei a surpresa que poucos esperavam.

A artimanha consistiu em fornecer uma data falsa para os que me aguardavam ansiosos na minha Cidade Maravilhosa. Dizendo que aterrissaria no GIG-Rio apenas na segunda-feira de manhã, parti de Lyon no sábado para chegar, na verdade, no domingo.
A verdade é que se queres ter controle, tens que ser seguro do que fazes e no que falas. Esse é o principal fator para se fazer uma surpresa.
- Mas por que Mestre? Por que ser seguro é tão importante?
- Ora veja, padawan. Eu havia deixado no Rio a documentação de minha viagem com duas pessoas. Isso para o caso de alguma necessidade. Elas possuíam meu itinerário mas, mesmo assim, não o conferiram após eu confirmar minha chegada.

A verdade é que eu vinha planejando, e confesso que há alguns meses, uma surpresa para minha outra metade. E para funcionar, eu precisava de um cenário montado que seria propiciado pelos outros que me aguardavam para este mesmo dia.

E assim foi. No domingo eu cheguei às 5h50 no GIG-Rio. O mano me pegou no aeroporto. Passamos na feira, compramos uma flor, fomos para casa. Em casa, fiquei no corredor, ele entrou, murmurou pra mãe 'Pega aquilo lá no corredor que eu não vou pegar'. Primeira surpresa do dia: a mãe chega na porta, olha, surpreende-se; curto-circuito... Sorri, e nos abraçamos.
Ela gostou e 'não gostou'. Ela planejava uma surpresa para segunda-feira, quando eu chegasse. Mas para fazer uma surpresa, é necessário estar um passo a frente de sua 'vítima', e ela estava muito, muito atrás, hahahaha.

Surpresa feita, vez de visitar o Flamengo. A brincadeira foi um sucesso! Não 100 %, mas foi um sucesso. Lágrimas, emoção, corações acelerados.
O dia não podia acabar por ali. Eu ainda precisava surpreender a todos que eu disse que só chegaria na segunda-feira. Então, fui causando curto-circuito na cabeça de todos.

O curto-circuito a que me refiro é a situação conflitante que meus queridos entes passaram e que eu me diverti assistindo.
O que acontece é que eles tinham uma verdade 'Obi-Allan volta na segunda'. Essa afirmação passa a ser assimilada como 'realidade', pois não é possível um evento diferente. E o que acontecia quando eu aparecia? Essa 'realidade' aceita conflitava com a realidade vivenciada:
 - num primeiro momento eles me cumprimentavam normalmente (alguns até como se eu não tivesse viajado, até porque o dia especial seria segunda-feira, na minha chegada, não no domingo);
 - de repente, o cérebro dava um curto: 'Obi-Allan? Ué, mas ele só vem amanhã! Não pode ser o Obi-Allan... Mas É o Obi-Allan. Hoje é segunda? Tem alguma coisa errada.' E nesse curto, por algumas frações de segundo os surpreendidos viajavam por possibilidades tentando entender o que acontecia, como simplesmente não me reconhecer (mesmo após ter me cumprimentado) ou não saber que dia era.
 - então, eu explicava que era uma surpresa, que eu realmente ia chegar no domingo, não na segunda. Aí, depois dessas etapas anteriores (ter sido abraçado e cumprimentado; e seguido para a surpresa deles não entenderem) finalmente eu ouvi uns 'seu cachorro!', 'safado', 'como vc faz uma coisa dessas' e fechava com mais carinho pra matar a saudade.

Foi uma experiência muito boa. Muitos estão falando disso ainda.

E agora, estou eu de novo em Lyon, França. Mas desta vez, vim sem muita empolgação... Eu queria mesmo era trazer quem amo comigo. Mas, a saudade bateu, e dessa vez foi bem cedo: já a sentia nessa última sexta antes mesmo de sair do Rio.

Bola pra frente, vamos arrumar o que fazer!

Paz e Prosperidade!
M. O-AK

sexta-feira, 1 de julho de 2011

TPM

Bom, eu não curto Fantástico, acho que tem muito erro, e, claro, detesto a lavagem cerebral.
Mas dentre as várias tentativas de passar informação, algumas vezes o entretenimento vale a pena.


Paz e Prosperidade!
M. O-AK

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Praga x Rio - O Relógio de Praga

Sábado em Praga.

Mais uma vez, domimos cedo, aliás cedíssimo!!! Afinal de contas, 4 horas da manhã é muito cedo! RÁ!
E que raios de lugar é esse, cumpádi? Anoitece depois das 23h e o sol arrisca clarear antes das 4h!!! Pára com isso, cumpádi! Nêgo deixava a persiana do quarto aberta, atrapalhava pacas pra conseguir dormir!
Mas deixa estar.

Acho que o que mais me chamou atenção nessa segunda noite em Praga (noite de sexta) foi o fato de ter uma mina no quarto, na cama embaixo da minha, que não se importava nem um pouco com a presença de estranhos, aliás, de homens estranhos (o quarto era misto). Isso porque a dita cuja começou a se despir no quarto antes de entrar no banheiro de shorts e sutiã. Impressionados? RÁ! A dita cuja dormiu de calcinha. Tudo bem, vai, ela se cobriu toda com o edredom.

Mas sigamos para o segundo dia.

Mesmo esquema: acordamos na hora do almoço, comemos o 'toma-colesterol' do albergue (sanduíche com bacon até no guardanapo) e partimos pra romaria!

Pegamos o mapa do albergue e começamos a montar o intinerário. Primeiro lugar - Museu Nacional de Praga.
Tinha uma estrutura na entrada que parecia forte apache. Eu estava doido pra entrar e ver como era por dentro. Mas tinha que pagar. Então... passemos ao próximo ponto turístico.

Bom, ponto turístico ou não, seguimos andando por toda a extensão da avenida defronte ao Museu Nacional de Praga, atingindo a Praça Venceslau.
Em tempos de turbilhão, em épocas de Guerra Fria, ocorreu de um grupo de estudantes realizarem um pacto de morte: o objetivo era o de atearem fogo em seu próprio corpo como protesto a invasão da União Soviética e imposição do comunismo à então Tchecoslováquia. O estudante Jan Palach foi o primeiro, e devido ao horror e sofrimento assistido, o único dos estudantes que o fez. Há um monumento nessa praça em homenagem ao estudante.
Triste, corajoso, sofrido, martirizante.


E não é que as coisas mudam? Hoje, a Praça Venceslau é um templo do capitalismo. Lojas para todos os lados, pessoas carregando várias sacolas, ruas parecendo formigueiros.

Em se falando em comunismo, seguimos para o Museu do Comunismo. Pois é, existe um museu do comunismo em Praga. E, só pra constar, não recomendo. Hahahaha, por quê? Porque não há nada de interessante. Qualquer coisa você pode pegar no google. Trata de uma linha histórica contando de acontecimentos durante a Guerra Fria. Tem uns poucos itens lá, como uma sala de interrogatório, armas da época, material utilizado pelos astronautas em voos espaciais. Mas a verdade é que não tem muita coisa que chame a atenção.

Muito bem, do Museu do Comunismo seguimos para a Powder Gate e o Municipal House.

Dali fomos para a Old Town Square, e vimos mais uma loja de marionetes antes de passar pela Tyn Church.

Old Town Square. Também conhecida como Praça Carlos, é considerada pelos 'praguenses' a maior praça do mundo. Eu acho que tem uns pernambucanos morando lá...
Na Old Town Square encontra-se a Old Town, uma torre onde fica o tão famoso Relógio de Praga. A cada hora, uma exibição diferente:

Na volta para o albergue, uma curtida em Praga:

No caminho para o albergue, avistamos um prédio que me deixou curioso. Vimo-lo em algumas fotos, e, até então, não fazíamos ideia de onde ele estava. Foi ali, perto do albergue, que encontramos o dito cujo.

O dia terminou com um bom jantar, depois do brinde, claro. Dessa vez eu experimentei um prato típico da República Tcheca:

O dia acabou... Começou a noite.
Dessas vez, 'Éramos Seis': 3 americanos, sendo um cara e duas minas; e 3 brasileiros, sendo um caioca e dois paulistas. Wolpack formada, resolvemos arriscar e entrar no Absinthe Time Bar e procurar a Fada Verde. Infelizmente eu não levei a câmera e não pude filmar. Foi nossa primeira fada.
Dali, Neve Club. E lá pelas 0h, Karlov.

Voltamos para o albergue e aí foi engraçado. Bom, eu cheguei, peguei minha toalha, minha roupa e me assustei. Acontece que a tal da minha da cama de baixo, dessa vez, não estava envolta no edredom. Ela estava quase na tal da posição 'fetal', sendo que o rosto voltava-se para a parede... Entende? Não? Bom, ela estava com o tremendo busanfão virado para o meio do quarto. Até aí, sem problema. Mas talvez você tenha se esquecido que eu disse que ela dorme de calcinha!
Eu fui, tomei meu banho e subi na cama pra dormir. A bichinha ainda roncava pesado, putz!
Mas o engraçado foi quando o paulista entrou. O cara veio até o meio do quarto, colocou as coisas dele em cima da cama (celular, carteira, sei lá) e de repente se deparou com a imagem. O camarada ficou uns 10 minutos parado olhando fixamente para o alvo! Hahahahahaha. Eu em cima da beliche vendo aquilo e rindo baixo.

Na manhã seguinte eu encontrei com ele e perguntei se ele lembrava daquilo. Ele me disse que tinha ficado parado se decidindo 'Tiro uma foto ou não? Tiro uma foto ou não?'.

Paz e Prosperidade!
M. O-AK.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Praga x Rio - A Fada Verde 'The Green Fairy'

Senhoras e Senhores, Ladies and Gentlemen!

Essa postagem tem uma versão em inglês especial para os amigos que encontramos em Praga e nos acompanharam em nossa aventura noturna!
This post has a special english version dedicated to the new friends we found in Prague that join us in our night adventures!

Bem,

Primeiramente, descobri que eu ainda não estava em Praga, até que eu provei algo que há muito suscita minha curiosidade.
Como alguns já sabem, eu adquiri um produto destes recentemente. Contudo, por não ter conhecimento sobre como se preparar, eu passei adiante.

Mas a verdade é: O BAGULHO É MUITO DOIDO! O sabor do anis que fica na boca é demais! Diferente do shot, a fada verde não desce queimando! E o preparo, a dança das chamas... é simplesmente espetacular.

Não sou bom escritor. Para tanto, gravei o preparo. Aproveitem!

Well,


Firstly, I discovered I wasn't in Prague, until I tasted something that raised my curiosity.
As someones already know, I adquire one of tihs recently. However, haven't knowledge about how to prepare, I passed ahead.


But the truth is: THE STUFF IS VERY CRAZY! The flavor of anise that stays in the mouth it's awesome! Unlike the 'shot', the green fairy don't burn down! And the preparation, the dance of the flames... it's simply spetacular.


I'm not a good writer. For that, I recorded the preparation. Enjoy!




Abraços hugs:
Tipo_rei;
The Wolf Pack.

Paz e Prosperidade!
Peace and Prosperity!
M. O-AK

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Praga x Rio - O Castelo de Praga

Allors,

O dia raiou, e como a gente chegou umas 4h da matina no albergue, só levantamos na hora do almoço. Foi almoçar um sandubão maneiro no albergue e seguir por um tour em Praga.


A arquitetura da cidade é demais! Prédios com várias gárgulas e uma riqueza de detalhes incrível. Além de escudos e brasões em diversos lugares!

Seguimos fazendo nosso primeiro roteiro. A atração do dia era o Castelo de Praga. No caminho, passamos pela Charles Brigde. Há uma torre na entrada Leste dela muito interessante. Parece que há várias inscrições de símbolos místicos e de 'bruxaria' com o objetivo de proteger esta torre.
A ponte é um barato. Vários artistas pintando, músicos tocando e dezenas de esculturass ao longo do caminho. Inclusive, marionetes:


Atravessamos a ponte passamos pelo Lennon Wall. Nas torres que ficam nas extremidades da Charles Bridge tem Pontos de Informação para turistas. Eles são guardados por estes sentinelas portando espadas e armaduras medievais.


Seguimos caminho, passamos por uma praça e atingimos uma escadaria lateral que nos levaria até a entrada do castelo. É realmente enorme. O castelo é muito grande. Mas o que me impressionou é que ele é uma mescla de diversos tipos de arquitetura. Pelos vídeos, vocês podem ver que existem edificação que não tem nada de gótica, como essas na entrada do castelo.
E a pergunta que não queria calar era: O que raios funciona em toda essa estrutura enorme? O castelo é muito grande, rapá. Não é possível que só funcione a parte de turismo. E mesmo assim, se funcionar uma parte administrativa da cidade, ainda sobra espaço pra mais 3 prefeituras!
Mas vamos levando.

Compramos as entradas. Escolhemos o passeio curto. Primeiro ponto: Catedral S. Vito. Arquitetura gótica, expressiva. Muito bonita e, como o castelo, enorme! Esse pessoal gostava mesmo de rezar. Brasões reais, vários altares e diversos monumentos. A Basilica é uma obra de arte. O órgão dessa igrejinha deve tirar um som sinistro! A nave central tinha os brasões de diversas famílias reais. Dentro da Catedral S. Vito fica a Capela de São Venceslau, a qual encerra os restos mortais deste que é o padroeiro do país.

Da Basílica, seguimos para o Palácio Real. Conhecemos algumas alas, o salão da coroação, a 'sala dos brasões', vimos a coroa real.

O engraçado é que eu ainda não tinha me tocado disso:


Mas não era bem tuuuudo que não podia filmar. Tudo bem, a sala dos brasões reais não podia... Tarde demais, já tah na web! RÁ!

Próxima parada, Basílica São Jorge. Essa basílica e um convento que funcionava dentro dos domínios do castelo.

A vigilância nos domínios do Castelo é especial.

Em seguida, fomos a 'Viela Dourada': uma ruazinha com casinhas num estilo beeeem medieval. Muito legal, tinha a casa da cigana, da herbalista, do 'artilheiro' (guarda)... Acima dessas casinhas, um corredor estreito e muito comprido onde estavam em exposição dezenas de armaduras medievais! Até a do rei estava lá! Aliás, até modelitos não muito convincentes... Além de lanças, espadas e outros tipos de armas brancas. Tinha até um 'tiro ao alvo' com balestra (ou besta):
Mas a balestra não contribuia, o arco estava empenado e os virotes estavam cegos. Aí mermão, até tacar pedra é mais eficiente!

E o passeio pelo castelo chegou ao fim. Saímos do castelo, seguindo pelas vinhas e atravessamos um trecho até chegar ao parque da cidade e subir a colina que dá uma bela vista da cidade.

Seguimos então para o Beer Garden do local.
Um passeio pelo parque incita uma básica discussão sobre a possibilidade de piqueniques no Brasil. Até chegarmos ao 'check-point'.

Do Beer Garden, seguimos de volta pra cidade. Passamos por uma rua comparável a Avenue Montagne de Paris, pois tinha várias lojas de grandes marcas. Chegamos na Old Town Square e decidimos jantar ali mesmo.
Dentre os pratos tradicionais, arriscamo-nos em pedir o que parecia bem interessante. Eu nunca tinha visto isso que eu pedi...
Mas eu confesso que eu pedi arrêgo...

E assim foi esse primeiro dia em Praga. Passamos pela torre da ponte Carlos, muito bem iluminada. Ainda admiramos o castelo ao crepúsculo no caminho de volta ao albergue.

Fim do dia, voltamos ao albergue. Mas a noite, esta estava só começando...

Basicamente seguimos para o Nebe club que fomos no dia anterior. Lá, The Wolfpack estava reunido e curtimos bastante! O americano que nos 'adotou' foi quem descolou esse nome para o grupo. 5 brasileiros e 1 americano.
No Nebe club, eu que não bebo, resolvi experimentar. 1 shot de absinto 70 %. É o suficiente galera, na moral! A parada desceu queimando! Eu sentia o meu estômago, aliás, eu sentia o joelho de porco sendo digerido! RÁ!
E foi só. Como disse, não bebo. Então 1, pra experimentar, basta. O americano se aventurou depois experimentando também. Coitado, pediu água pro atendente, quase passou mal.

Mas a verdade é que shot de abstinto NÃO é a fada verde... essa ainda estava pro vir.

Paz e Prosperidade!
M. O-AK