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sexta-feira, 1 de julho de 2011

TPM

Bom, eu não curto Fantástico, acho que tem muito erro, e, claro, detesto a lavagem cerebral.
Mas dentre as várias tentativas de passar informação, algumas vezes o entretenimento vale a pena.


Paz e Prosperidade!
M. O-AK

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Por que temos sono após as refeições?

A Maré Alcalina Pós-Prandial.

Como muitos já se aperceberam, após as refeições setimos uma certa 'moleza', um certo sono. Principalmente após refeições ricas em gordura, ou aquelas conhecidas como de 'difícil digestão'. Mas por que isso acontece?

Bom, como muitos já sabem, no estômago ocorre a produção do suco gástrico. O suco gástrico contém mistura de ácido clorídrico aquoso e algumas enzimas digestivas estomacais, entre outras substâncias. A produção de ácido clorídrico envolve diretamente alguns compostos presentes no sangue.

Pseudo-quimicamente falando, há uma absorção de água e gás cabônico pelo estômago. Essa absorção leva a formação de um bicarbonato que é reabsorvido pelo sangue. O bicarbonato é uma substância básica, ou seja, torna o sangue básico; alcalino; em resumo, eleva o pH do sangue.

Fisiologicamente falando, as células parietais do estômago absorvem água e gaś carbônico para produzir ácido carbônico pela ação da enzima anidrase carbônica. Do ácido cabônico, o próton é retirado e liberado no lúmen estomacal (consome ATP em transporte primário ativo de potássio) ao mesmo tempo que são liberados ânions de cloro.
O que sobra do ácido carbônico é bicarbonato que é liberado no sangue na troca por íons de cloro, elevando seu pH.


O sangue alcalino, ao circular pelo sistema nervoso central, leva a uma diminuição da atividade neuronal responsável pela vigília e atividade muscular, levando a um relaxamento e diminuição de reflexos, causando a conhecida sonolência.

Por isso, quando há necessidade de uma maior quantidade de ácido clorídrico para realizar a digestão ocorre esta 'sonolência', conhecida como 'Maré Alcalina Pós-Prandial, ou só Maré Alcalina mesmo.
E quando precisamos de maior quantidade de ácido clorídrico? Simples, quando comemos uma comida muito gordurosa, ou de difícil digestão (muitas carnes, por exemplo); quando bebemos muito água durante a refeição (a água dilui o ácido gástrico, levando a uma maior produção dele pelo organismo); quando mascamos bala, ou chiclete após a refeição (continuamos estimulando a produção de ácido clorídrico, pois o estômago 'entende' que ainda estamos comendo algo).

Além disso, há o fato de que, com a digestão em andamento, o corpo concentra a circulação sanguĩnea próxima a estes órgãos para uma maior eficácia dos processos digestivos; o que levaria a uma menor oxigenação do cérebro pelo baixo nível de sangue circulante.

Então, uma soneca após a refeição não é anormal!

Paz e Proesperidade!
M. O-AK

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Especialista esclarece mitos e verdades sobre benefícios do vinho para a saúde

Márcia Garbin
cidades@eband.com.br



Algumas pessoas não resistem a um bom vinho durante as refeições, em reuniões com os amigos e principalmente em ocasiões especiais. Além dos bons momentos que ele proporciona, o vinho se torna ainda mais prazeroso por ser conhecido como um aliado da saúde. Mas entre tantas qualidades, você sabe o que realmente é verdade?


O médico e especialista em vinhos Jairo Monson de Souza Filho esclarece ao eBand os mitos e verdades sobre a influência do vinho para a nossa saúde.

O vinho realmente faz bem para a saúde?Verdade. O vinho é hoje, sem dúvida, entre todas as bebidas, a mais favorável à saúde. Isso se bebido regularmente junto com as refeições, com moderação e por quem não tem contraindicação à ingestão de bebidas alcoólicas.

Os polifenóis - componentes naturais encontrados na casca e na semente da uva - possuem importante ação antibiótica, efeito antioxidante, ajudam a prevenir a formação de placas de gordura nas artérias, reduzem o colesterol ruim (LDL)  e aumentam o chamado colesterol bom ( HDL).

Além disso, junto com a dose baixa de álcool, os polifenóis são os grandes responsáveis pelos benefícios do vinho para a saúde.

Vinho tinto é melhor que o vinho branco para a saúde?Verdade. Os vinhos tintos (que são fermentados na presença da uva) têm cerca de 10 vezes mais polifenóis que os vinhos brancos. É por isso que os tintos, como regra, têm mais virtudes para a saúde e reduzem em 36% as chances de desenvolvimento de algum problema cardiovascular.

O vinho é benéfico somente para o coração? Mito. A ingestão moderada de bebidas alcoólicas, sobretudo de vinho, diminui as doenças cardíacas e circulatórias e as mortes por estas causas entre 40 e 60%. Mas estudos também associam o vinho a possíveis efeitos benéficos para evitar doenças respiratórias, cerebrais, digestivas e urinárias, além de anemia, diabetes e problemas nos ossos e na visão.

O álcool existente no vinho também faz bem?   Mito. No vinho já se identificaram cerca de 1.000 substâncias e a única que reconhecidamente pode ser danosa ao organismo é ele. O álcool é o problema do vinho. Ele quando ingerido em quantidade superior à que o organismo pode metabolizar é tóxico, principalmente para o fígado, cérebro e coração.

Suco de uva tem os mesmos benefícios para a saúde que o vinho? 
Mito. Imagine agora uma taça com suco de uva e outra com vinho com a mesma quantia de polifenóis. Teremos mais benefícios bebendo o vinho porque, na presença do álcool, o organismo absorve mais os polifenóis.

O vinho ajuda na prevenção do câncer?  Verdade. As pessoas que têm o hábito regular de beber vinho moderadamente junto com as
refeições têm 20% menos chance de desenvolver câncer de qualquer tipo. E essa proteção se deve aos polifenóis que agem bloqueando tanto o início como o crescimento e disseminação da doença.

A quantidade ideal de consumo para cada pessoa é a mesma? 
Mito. Pode-se responder de duas maneiras a essa pergunta. Primeiro, a quantia depende da capacidade de cada organismo de metabolizar o álcool. Segundo, há diferença entre homens e mulheres. Um homem pode consumir até 300 ml de vinho por dia e o recomendado para as mulheres são 200 ml diários, o que equivale a menos de uma taça por dia.


Fonte: eBand 

Para ush bebedoresh de plantão, hic!





Hic! ... axjo q'eu vou voltar cu'HDL ... hic... lá in shima e o LDL lá imbaishu... hic!


Pash e Pôshperihashi, hic!
M. O-AK

Surto de EHEC na Alemanha.

Podem ficar tranquilos, já há maior controle sobre a situação. E eu não estou comendo brotos, e estou evitando saladas e outros alimentos crus.

Anvisa divulga novos esclarecimentos sobre surto por E. coli


June 10, 2011
Está suspensa a recomendação de evitar o consumo de pepinos, tomates e alface na região norte da Alemanha. Com a conclusão dos pesquisadores sobre a origem do surto, a nova recomendação é que os consumidores alemães evitem o consumo de brotos crus. A partir das novas evidências, a Anvisa divulgou, nesta sexta-feira (10/6), nota técnica atualizada sobre o tema.
No documento, a Agência esclarece que não há motivo de preocupação pela população brasileira, pois o País atualmente não importa brotos da Alemanha. A orientação para os viajantes que estejam se dirigindo à Alemanha é que não consumam brotos crus, redobrem os cuidados habituais de higiene e estejam atentos a outras recomendações das autoridades daquele país.
Após investigações epidemiológicas e da cadeia produtiva, os pesquisadores alemãs concluíram que a origem do surto está em brotos, incluindo feno-grego, feijão mungo, lentilhas, feijão azuki e alfafa, produzidos em uma fazenda na Baixa Saxônia, ao sul de Hamburgo, localidade onde concentra-se a maior parte dos casos.
A Anvisa ressalta que não serão adotadas medidas restritivas à importação de alimentos provenientes da Alemanha.
Leia a nota técnica na íntegra.
Imprensa/Anvisa

Paz e Prosperidade!
M. O-AK

EHEC, o que raios é isso?

Apenas para esclarecer, peguei um material no Organização Mundial de Saúde sobre a EHEC. Traduzi, revisei e postei.
Para mais detalhes, acredito que o vídeo abaixo pode mostrar a ação biológica do procarioto em questão.

Boa Leitura!
 
Escherichia coli enterohemorrágica (EHEC)
 
Ficha N ° 125 Revisado maio 2005


Escherichia coli (E. coli) é uma bactéria que é comumente encontrada no intestino de humanos e animais de sangue quente. A maioria das cepas de E. coli são inofensivas. Algumas cepas entretanto, como E. coli enterohemorrágica (EHEC), pode causar graves doenças transmitidas por alimentos. É transmitida ao homem principalmente através do consumo de alimentos contaminados, tais como produtos feitos com carne moída crua ou mal cozida e leite cru. Sua importância como um problema de saúde pública foi reconhecida em 1982, após um surto nos E. U. A. A EHEC produz toxinas, conhecidas como verotoxinas ou toxinas Shiga-like por causa de sua similaridade com as toxinas produzidas por Shigella dysenteriae. EHEC podem crescer em temperaturas que variam de de 7 ° C a 50 ° C, a temperatura de 37 ° C a ideal para seu crescimento. Alguns EHEC pode crescer em alimentos ácidos, com pH de 4,4, e em alimentos com um mínimo de atividade de água (Aw) de 0,95. É destruída em cozimento adequado dos alimentos em que todo o conteúdo cozido antinja  uma temperatura de 70 ° C ou superior. E. coli O157: H7 é o mais importante sorotipo EHEC em relação à saúde pública, no entanto, outros sorotipos têm sido freqüentemente envolvidos em casos esporádicos e surtos.

As doenças causadas por EHEC
Sintomas das doenças causadas por EHEC incluem cólicas abdominais e diarréia que pode, em alguns casos, evoluir para diarréia sanguinolenta (colite hemorrágica). Febre e vômito também podem ocorrer. O período de incubação pode variar de três a oito dias, com mediana de 3-4 dias. A maioria dos pacientes se recuperam dentro de 10 dias, mas em uma pequena parcela de pacientes (em particular crianças, jovens e idosos) a infecção pode levar a uma doença fatal, como a síndrome hemolítica urêmica (SHU). SHU é caracterizada por insuficiência renal aguda, anemia hemolítica e trombocitopenia. Estima-se que até 10% dos pacientes com infecção EHEC podem desenvolver SHU, com uma taxa de letalidade que varia de 3% a 5%. Em geral, SHU é a causa mais comum de insuficiência renal aguda em crianças. Pode causar complicações neurológicas (como derrame e coma) em 25% dos pacientes com SHU e sequelas renais crônicas, geralmente leves, em torno de 50% dos sobreviventes. 

A incidência de infecções por EHEC varia por faixa etária, com maior incidência de casos ocorrendo em crianças menores de 15 anos (0,7 casos por 100 000 nos Estados Unidos). Sessenta e três para 85% dos casos são resultado da exposição ao patógeno através dos alimentos. A porcentagem de infecções por EHEC que evoluem para SHU varia entre os casos esporádicos (3% -7%) e aqueles associados a surtos (20% ou mais). Em termos epidemiológicos, há geralmente um fundo de casos esporádicos, com surtos ocasionais. Algumas dessas manifestações têm envolvido um elevado número de casos, como no Japão, em 1996, onde um surto ligado à contaminação de brotos de rabanete na merenda escolar provocou 9 451 casos. Dados sobre a situação nos países em desenvolvimento são limitados, pois a vigilância deste patógeno não é feita rotineiramente.

Fontes de infecção
A maioria da informação disponível é relacionada ao sorotipo O157: H7, uma vez que é facilmente diferenciado bioquimicamente de outras cepas de E. coli. O reservatório deste patógeno parece ser principalmente bovinos e outros ruminantes, como camelos. É transmitida ao homem principalmente através do consumo de alimentos contaminados, tais como produtos derivados de carne moída crua ou mal cozida e leite cru. A contaminação fecal de água e outros alimentos, bem como a contaminação cruzada durante a preparação dos alimentos (com carne e outros derivados de carne, de superfícies e utensílios de cozinha contaminados), também levam à infecção. Exemplos de alimentos implicados em surtos de E. coli O157: H7 incluem hambúrgueres mal cozidos, salames curados, cidra de maçã fresca não pasteurizada, iogurte, queijo e leite. Um número crescente de surtos estão associados ao consumo de frutas e hortaliças (couve, alface, repolho, salada), em que a contaminação pode ser devido ao contato com fezes de animais, domésticos ou silvestres, em algum momento durante o cultivo ou manipulação. A EHEC também tem sido isolada de corpos d'água (lagoas, córregos), poços e bebedouros, e foi encontrada após sobreviver por meses em estrume e sedimentos de calhas de água. A transmissão hídrica tem sido relatada tanto da água contaminada quanto de água potável e de águas de recreio.
O contato pessoa-a-pessoa é um importante modo de transmissão por via fecal-oral. Tem sido relatado o estado de portador assintomático, em que os indivíduos não apresentam qualquer sinal clínico da doença, mas são capazes de infectar outras pessoas. A visita a fazendas e outros locais onde o público pode entrar em contato direto com animais de fazenda também foi identificada como um importante fator de risco para a infecção por EHEC.


Controle e métodos de prevenção 
A prevenção da infecção requer medidas de controle em todas as fases da cadeia alimentar, desde a produção agrícola ao processamento, produção e preparação de alimentos em estabelecimentos comerciais e ambiente doméstico. Os dados disponíveis não são suficientes para recomendar métodos específicos de intervenção na fazenda, a fim de reduzir a incidência de EHEC em bovinos. No entanto, avaliações de risco realizadas a nível nacional previram que o número de casos da doença poderia ser reduzido por meio de estratégias de amenização para os derivados de carne (por exemplo, a triagem do animais antes do abate para reduzir a introdução de um grande número de patógenos no ambiente de abate). Boas práticas de higiene do abate reduzem a contaminação de carcaças por fezes, mas não garante a ausência de EHEC em produtos. Educação higiênica em manipulação  dos alimentos para os trabalhadores de matadouros e pessoas envolvidas na produção de carne crua é essencial para manter a contaminação microbiológica no mínimo. Da mesma forma, a prevenção da contaminação do leite cru na fazenda é praticamente impossível, mas a educação de trabalhadores rurais em princípios de boas práticas de higiene deve ser realizada a fim de manter o mínimo possível de contaminação. O único método eficaz de eliminar EHEC de alimentos é a introdução de um tratamento bactericida, tal como o aquecimento (por exemplo, cozinhar ou pasteurização) ou irradiação. Alguns países implementaram a política de que a carne moída crua é considerada contaminada se for detectada a presença de E. coli O157: H7.
Medidas preventivas para a infecção por E. coli O157: H7 são semelhantes aos recomendados para outras doenças transmitidas por alimentos (ver práticas de higiene dos alimentos básicos). No entanto, algumas medidas podem ter de ser reforçadas para EHEC, particularmente em vista de sua importância em grupos vulneráveis, como crianças e idosos. Uma vez que uma série de infecções EHEC tem sido causada ​​pelo contato com águas de recreio, também é importante para proteger as áreas de água, bem como as fontes de água potável, de resíduos animais.

Recomendações para reduzir o risco de saúde pública 
Para garantir que aqueles que vêm diretamente ou indiretamente a terem contacto com os alimentos não sejam susceptíveis de se contaminar com EHEC, manipuladores de alimentos devem seguir as recomendações do Código Internacional de Práticas, Princípios Gerais de Higiene dos Alimentos (CAC / RCP 1-1969, Rev. 3 - 1997, a AMD (1999); Seção VII - Criação:. higiene pessoal), contidos em: Joint FAO / WHO Food Standards Programa, Comissão do Codex Alimentarius. Requisitos gerais (higiene dos géneros alimentícios). FAO / OMS, Roma, 2001 (segunda edição).
Boas práticas básicas de higiene alimentar, tal como descrito na OMS Cinco chaves para uma alimentação mais segura, podem evitar a transmissão de agentes patogênicos responsáveis ​​por muitas doenças transmitidas por alimentos, e também protegem contra as doenças de origem alimentar causadas por EHEC.Tais recomendações devem ser sempre aplicadas, especialmente "Cozinhe bem" para que pelo menos o centro do alimento atinja 70 °C.

As recomendações específicas para produtores de brotos
Nos últimos anos, a popularidade de sementes germinadas tem aumentado significativamente devido ao seu valor nutricional. No entanto, os relatos de surtos associados a tais brotos de vegetais crus levantaram preocupações entre os órgãos de saúde pública e os consumidores. Investigações de surtos indicaram que os patógenos encontrados em brotos provavelmente originam-se das sementes. A semente pode ser contaminada no campo ou durante a colheita, armazenagem ou transporte. Durante o processo de produção da germinação de brotos, baixos níveis de patógenos presentes nas sementes podem rapidamente alcançar níveis altos o suficiente para causar a doença. Portanto cuidado específico é necessário.Orientação está disponível no Código Codex de Higiene para Frutas Frescas e Vegetais, o Anexo de produção das brotações (documento CAC / RCP 53-2003, que pode ser obtido a pedido da Secretaria da Comissão do Codex Alimentarius, codex@fao.org). 



Fonte: WHO - EHEC


Paz e Prosperidade!
M. O-AK

terça-feira, 14 de junho de 2011

Ração Humana

Os adeptos devem ficar espertos!


Consumo de “ração humana” pode ser prejudicial à saúde

7 de junho de 2011
Pessoas que substituem refeições pelo consumo da chamada “ração humana” estão colocando a saúde em risco. É que esses produtos não fornecem todos os nutrientes necessários para uma alimentação adequada. 
O alerta está no informe técnico, publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no último dia 20 de maio. De acordo com a diretora da Agência, Maria Cecília Brito, “a substituição de refeições sem a orientação de profissionais de saúde pode gerar danos, como a anemia, devido à carência de nutrientes”.
As formulações, popularmente conhecidas como “ração humana”, são, geralmente, compostas por mistura de diferentes cereais, farinhas, farelos, fibras e outros ingredientes, como: guaraná em pó, gelatina em pó, cacau em pó, levedo de cerveja, extrato de soja, linhaça e gergelim.  “O consumo de produtos com alto teor de fibras, como misturas de cereais, farinhas e farelos, deve estar inserido no contexto de uma alimentação diversificada e saudável”, orienta a diretora da Anvisa.
O informe técnico da Agência destaca, ainda, que a expressão “ração humana” não pode ser utilizada como denominação de venda desses produtos. Isso porque o uso dessa expressão pode gerar dúvidas nos consumidores, uma vez que não indica a verdadeira natureza e característica desse alimento.
Além disso, alegações de propriedades medicamentosas, terapêuticas e relativas a emagrecimento não podem constar do rótulo ou material publicitário do produto. “Vale destacar que não é permitida, na formulação de alimentos, a utilização de substâncias farmacológicas e fitoterápicas, tais como ginseng, ginkgo biloba e sene”, afirma Maria Cecília.
A empresa que desejar comercializar produtos com alegações de propriedades funcionais e ou de saúde deve solicitar registro desses produtos junto à Anvisa. Durante o processo de análise do pedido de registro, a Agência irá verificar a segurança e eficácia. Além disso, a empresa terá que comprovar que o produto realmente cumpre a alegação que promete. Apenas depois de conseguir o registro, o alimento poderá ser colocado a venda.
As empresas que não cumprirem as exigências estão sujeitas a pagar multas de até R$ 1,5 milhão.
Confira aqui a íntegra do Informe Técnico 46/2011 da Anvisa.
Danilo Molina - Imprensa/Anvisa

Fonte: Portal ANVISA

Paz e Prosperidade!
M. O-AK

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A língua dos beija-flores

Novo estuda descobre a verdade sobre a língua dos beija-flores.




Utilizando vídeos de alta velocidade, foi possível observar que, diferente do que se acreditava, beija-flores não se alimentam por capilaridade. Acreditava-se que sua língua fosse como uma palha que, pela ação capilar, transportava o néctar das flores para a sua boca. Para isso, seria mais eficiente que se alimentasse de néctar mais fluidos, o que não é o observado e vai de contra a teoria.


Na verdade, a língua dessas fantásticas criaturas é bifurcada e mais parecida com 2 espanadores que recolhem o néctar.


Um beija-flor consume grandes quantidades de néctar de flores, cerca de 14 vezes seu peso corporal em um dia para manter seu metabolismo rápido (quando seu coração bate mais de 1.200 vezes por minuto, você tem que devorar essa quantidade de alimento!).


Fonte e matéria na íntegra: Discover Magazin
Referência: Alejandro Rico-Guevara1 and Margaret A. Rubega. The hummingbird tongue is a fluid trap, not a capillary tube. Published online before print, May 2, 2011.doi:10.1073/pnas.1016944108
Vídeo: Alejandro Rico-Guevara/University of Connecticut




Paz e Prosperidade!
M. O-AK

Ciência diz como ser 'Feliz'?



Como ser feliz: Ciência propõe receita de felicidade

25/04/2011
Redação do Diário da Saúde

Ação para a Felicidade
Será que a ciência, com suas demonstrações utilitaristas e materialistas pode nos dizer o que é a felicidade e como obtê-la?
Para Richard Layard, a resposta é sim - digamos, um "sim por aproximações sucessivas".
Layard é fundador do Projeto Ação para a Felicidade, uma espécie de esforço de auto-ajuda social, "um movimento para a mudança social positiva", destinado a criar uma sociedade mais feliz.
E, para isto, ele espera contar com o saber da ciência.

12 Mandamentos da Felicidade
  1. Faça um juramento de felicidade
  2. Faça coisas boas para os outros
  3. Crie um Grupo Local de Felicidade
  4. Faça três boas ações todos os dias
  5. Diga obrigado
  6. Observe o que há de bom ao seu redor
  7. Tenha uma mente alerta em tempo integral
  8. Descubra seus talentos e use-os
  9. Peça ajuda quando se deparar com problemas
  10. Ajude as crianças a desenvolver resiliência emocional
  11. Crie seus filhos de forma positiva
  12. Engage-se em obras voluntárias


O endereço do Projeto Ação para a Felicidade é www.actionforhappiness.org.

Fonte e matéria na íntegra: Diário da Saúde

Felicidades!

Paz e Prosperidade!
M. O-AK

Sonho meu, sonho meu...

ONU quer ver malária erradicada até 2015

25/04/2011 - 16h06
Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

Brasília – No Dia Mundial de Combate à Malária, a Organização das Nações Unidas (ONU) fez um apelo para que a doença seja erradicada até 2015. A cada ano, mais de 780 mil pessoas, na maioria crianças, morrem em decorrência da malária. Em uma mensagem divulgada hoje (25), o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu aos países que se esforcem para zerar o número de mortes provocadas pela doença até 2015.

De acordo com a ONU, a distribuição de mosquiteiros com inseticida tem ajudado a salvar centenas de vidas na África Subsaariana, região com alto índice de casos de malária, mas a luta contra a doença precisa ser intensificada em todo o mundo.

De 2005 a 2009, o número de casos e mortes de malária caiu pela metade no Brasil, passando de 607.801 notificações para 306.908, conforme balanço divulgado no fim do ano passado pelo Ministério da Saúde. As mortes cairam de 122 para 58 no mesmo período.

Para o governo, a queda está relacionada à ampliação do diagnóstico e ao acesso ao tratamento. No entanto, a incidência da doença ainda é alta, principalmente nos estados da Amazônia Legal, que concentram quase a totalidade (98%) das notificações no país. Em 2009, Pará e Amazonas lideraram as estatísticas, com quase 100 mil casos cada um.

A malária é causada por um parasita transmitido pela picada da fêmea infectada do mosquito Anopheles. Os sintomas são fraqueza, febre alta, calafrios e dores de cabeça e no corpo. Uma pessoa pode ser infectada várias vezes. Jovens com até 29 anos de idade, mulheres e crianças são as principais vítimas. Não há vacina contra a malária. As formas de prevenção são o uso de telas em portas e janelas, mosquiteiros com inseticida e repelentes. O tratamento dura uma semana.

Edição: Vinicius Doria
Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Pés em brasas, coração enlaçado.






O jornal The New York Times publicou esta semana o resultado de um estudo interessante.

Em São Pedro Manrique, Espanha, todo dia 23 de junho, à meia-noite, é celebrado o solstício de verão com um evento: caminhar sobre um tapete de cerca de 7 metros composto por carvão. O carvão é preparado horas antes, queimando até ficar vermelho em brasas.
O evento tem seus rituais, com simbologismos, toque de trombetas e 3 virgens (ou 3 mulheres que ainda não se casaram).

Então, um grupo de cientistas resolveu avaliar os efeitos fisiológicos da caminhada no tapete de carvão para ver se havia bases biológicas de rituais comuns.
"Nós pensamos em medir pressão arterial, os níveis de cortisol, a tolerância à dor", disse Ivana Konvalinka, estudante de doutorado bioengenharia na Universidade de Aarhus na Dinamarca, que ajudou a liderar a equipe. "Nós ainda pensamos na oxitocina", um hormônio envolvido no prazer.
Mas, com tais leituras difíceis de obter, concentraram-se na frequência cardíaca. Colocaram cintas de monitoramento em todos, tanto nos andarilhos (aqueles que caminham descalços sobre as brasas) quanto nos espectadores, para ver se a frequência cardíaca dos espectadores aumenta como a dos andarilhos.
Foram monitorados 12 andarilhos, 9 espectadores com alguma ligação a estes andarilhos, e 17 espectadores alheios que estavam apenas visitando. Os monitores ficaram invisíveis para o público, que lotou anfiteatro da cidade andando de fogo especial, construído para 3.000 espectadores, cinco vezes o número de moradores.
Os pesquisadores queriam investigar o que atrai as pessoas para os rituais comuns como caminhar sobre brasas.
"Existe a idéia sobre os rituais que reforçam a coesão do grupo, mas o que cria esse grupo?" Senhora Konvalinka disse. "Nós imaginamos que há algum tipo de medida do sistema nervoso autônomo, que pode captar os efeitos emocionais do ritual."
Os resultados foram surpreendentes. A freqüência cardíaca de parentes e amigos dos andarilhos seguiu um padrão praticamente idêntico ao da taxa dos andarilhos, aumentando e diminuindo quase em sincronia. A freqüência cardíaca de espectadores visitantes não. As taxas dos parentes ficou sincronizada durante todo o evento, que durou 30 minutos, com 28 andarilhos caminhando por cerca de cinco segundos caminhadas cada um. A frequência de parentes ou amigos ficou sincronizada com a do andarilho antes, durante e depois da caminhada. Mesmo as pessoas ligadas a outros andarilhos apresentaram padrões semelhantes.
Especialistas não envolvidos no estudo disseram que, apesar do pequeno número de participantes, os resultados foram intrigantes. Outras pesquisas apoiam os resultados, como as que mostram que a freqüência cardíaca de torcedores tem a frequência cardíaca sincronizada quando as suas equipes marcam pontos; e  estudos que demonstram que as pessoas balançando em cadeiras de balanço ou estalando os dedos, eventualmente, sincronizam seus movimentos.
"É um estudo, mas é um grande estudo", disse Michael Richardson, professor assistente de psicologia na Universidade de Cincinnati. "Isso mostra que estar conectado a alguém não é apenas na mente. Existem esses momentos comportamentais fisiológicos fundamentais que estão ocorrendo continuamente com outras pessoas que nós não estamos cientes. Existe uma base sólida de investigação laboratorial, que é totalmente coerente com as suas conclusões. É sempre difícil fazer esses estudos no mundo real. Este é o primeiro estudo desse tipo feito em grande escala em uma situação natural".
Richard Sosis, professor associado de antropologia da Universidade de Connecticut, disse que o estudo foi "muito emocionante", contradizendo a "suposição de que os rituais produzem a coesão e a solidariedade somente se houver movimentos compartilhados, vocalizações compartilhadas ou ritmos
compartilhados", atividades como cantar, dançar ou marchar juntos. Com o ritual dos andarilhos, os espectadores simplesmente assistiram, sem atividade de partilha ou o ritmo com os caminhantes. E diferentes tipos de espectadores tiveram resultados diferentes, com os moradores em sincronia, e os outros não.
Dr. Sosis, co-editor de uma revista nova, Religião, Cérebro e Comportamento, disse que poderia haver paralelismos com rituais mais comuns, como casamentos, batizados ou bar mitzvahs. Ele citou uma experiência na qual Paul Zak, neuroeconomista, participou de um casamento e mediu os níveis de oxitocina da noiva, do noivo e de alguns parentes e amigos, descobrindo  vários picos de oxitocina, como se houvesse uma ligação com o casal.
David Willey, um físico da Universidade de Pittsburgh em Johnstown, caminhou nas brasas e explicou que não costuma queimar, porque as brasas não transmitem calor suficiente no breve contato com os pés. A sincronização cardíaca faz sentido, ele disse, com base em grupos do andarilho, onde "há um sentimento muito grande no grupo."
Os pesquisadores poderiam encontrar sincronização da freqüência cardíaca similar em outros rituais de alta excitação, como "dobra de vergalhões com a garganta, andar em vidro quebrado, bungee jumping", disse ele. "Eles podem vir para o meu quintal, se quiserem."
Ms. Konvalinka disse que a equipe planeja outro estudo com os andarilhos, desta vez na ilha Maurícia. Mas eles também podem retornar a San Pedro Manrique. "No final", ela disse,"Eu acho que o prefeito concordou com a gente estar lá".


Fonte: The New York Times
http://www.nytimes.com/2011/05/03/science/03firewalker.html?_r=1

O estudo ainda não está disponível on-line.


Paz e Prosperidade!
M. O-AK

terça-feira, 3 de maio de 2011

Estudo mostra bactérias que se reproduzem em gravidade 400.000x maior que a da Terra






Que algumas bactérias conseguem sobreviver em condições extremas (inadequadas a vida humana) nós já sabíamos. Mas um estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences mostra que algumas bactérias que conseguem sobreviver e se reproduzir em uma gravidade cerca de 400.000 vezes maior que a da terra.
Estes dados corroboram com a hipótese de que pode haver vida em meteoritos e outros astros, os quais podem servir de veículo para o início da colonização em planetas propícios à vida (como o nosso).

Fonte: http://blogs.discovermagazine.com/80beats/2011/04/27/bacteria-survive-reproduce-in-gravity-400000x-stronger-than-earths/

Shigeru Deguchi, Hirokazu Shimoshige, Mikiko Tsudome, Sada-atsu Mukai, Robert W. Corkery, Susumu Ito, and Koki Horikoshi. “Microbial growth at hyperaccelerations up to 403,627 × g.” Proceedings of the National Academy of Sciences online, April 25, 2011. DOI:10.1073/pnas.1018027108
Image: Lawrence Berkeley National Laboratory

Concluindo: se por acaso virem um meteorito por aí, ANTIBIÓTICO NELE!!!!!

Paz e Prosperidade!
M. O-AK

Países mais "felizes" têm maiores taxas de suicídio, diz estudo:

Ou seja, no Brasil não há suicídio...




2/5/2011 09:33:0
Países em que as pessoas se sentem mais felizes tendem a apresentar índices mais altos de suicídio, segundo pesquisadores britânicos e americanos.
Os especialistas sugerem que a explicação para o fenômeno estaria na tendência dos seres humanos de se comparar uns aos outros.
Sentir-se infeliz em um ambiente onde a maioria das pessoas se sente feliz aumenta a sensação de infelicidade e a probabilidade de que a pessoa infeliz recorra ao suicídio, a equipe concluiu.

O estudo foi feito por especialistas da University of Warwick, na Grã-Bretanha, Hamilton College, em Nova York e do Federal Reserve Bank em San Francisco, Califórnia, e será publicado na revista científica "Journal of Economic Behavior & Organization".
Ele se baseia em dados internacionais e em informações coletadas nos Estados Unidos.

Nos EUA, os pesquisadores compararam dados obtidos a partir de depoimentos de 1,3 milhão de americanos selecionados de forma aleatória com depoimentos sobre suicídio obtidos a partir de uma outra amostra, também aleatória, com um milhão de americanos.

Os resultados foram desconcertantes: muitos países com altos índices de felicidade felizes têm índices de suicídio altos.
Isso já foi observado anteriormente, mas em estudos feitos de forma isolada, como, por exemplo, na Dinamarca.

A nova pesquisa concluiu que várias nações - entre elas, Canadá, Estados Unidos, Islândia, Irlanda e Suíça - apresentam índices de felicidade relativamente altos e, também, altos índices de suicídio.
Variações culturais e na forma como as sociedades registram casos de suicídio dificultam a comparação de dados entre países diferentes.
Levando isso em conta, os cientistas optaram por comparar dados dentro de uma região geográfica: os Estados Unidos.

Do ponto de vista científico, segundo os pesquisadores, a vantagem de se comparar felicidade e índices de suicídio entre os diferentes Estados americanos é que fatores como formação cultural, instituições nacionais, linguagem e religião são relativamente constantes dentro de um único país.
A equipe disse que, embora haja diferenças entre os Estados, a população americana é mais homogênea do que amostras de nações diferentes.

Os resultados observados nas comparações mais amplas entre os países se repetiram nas comparações entre diferentes Estados americanos.
Estados onde a população se declarou mais satisfeita com a vida apresentaram maior tendência a registrar índices mais altos de suicídio do que aqueles com médias menores de satisfação com a vida.
Por exemplo, os dados mostraram que Utah é o primeiro colocado no ranking dos Estados americanos em que as pessoas estão mais satisfeitos com a vida. Porém, ocupa o nono lugar na lista de Estados com maior índice de suicídios.
Já Nova York ficou em 45º no ranking da satisfação, mas tem o menor índice de suicídios no país.

Para tornar mais justas e homogêneas as comparações entre os Estados, os pesquisadores levaram em consideração fatores como idade, sexo, raça, nível educacional, renda, estado civil e situação profissional.
Após esses ajustes, a relação entre índice de felicidade e de suicídios se manteve, embora as posições de alguns países tenham se alterado levemente.
O Havaí, por exemplo, ficou em segundo lugar no ranking ajustado de satisfação com a vida, mas possui o quinto maior índice de suicídios no país.
Nova Jersey, por outro lado, ocupa a posição 47 no ranking de satisfação com a vida e tem um dos índices mais baixos de suicídio - coincidentemente, ocupa a posição 47 na lista.

'Pessoas descontentes em um lugar feliz podem sentir-se particularmente maltratadas pela vida', disse Andrew Oswald, da University of Warwick, um dos responsáveis pelo estudo.
'Esses contrastes sombrios podem aumentar o risco de suicídio. Se seres humanos sofrem mudanças de humor, os períodos de depressão podem ser mais toleráveis em um ambiente no qual outros humanos estão infelizes'.
Outro autor do estudo, Stephen Wu, do Hamilton College, acrescentou: 'Este resultado é consistente com outras pesquisas que mostram que as pessoas julgam seu bem estar em comparação com outras à sua volta'.
'Esse mesmo efeito foi demonstrado em relação a renda, desemprego, crime e obesidade'.

Fonte : prontuariodenoitcias.com apud BBC

Países mais "felizes" têm maiores taxas de suicídio, diz estudo: Sentir-se infeliz em um ambiente onde a maioria das pessoas se sente feliz aumenta a sensação de infelicidade e a probabilidade de que a pessoa infeliz recorra ao suicídio.


Paz e Prosperidade!
M. O-AK

terça-feira, 19 de abril de 2011

O Universo.

Cara,

Não sei seu sou eu sou muito nerd, mas eu me amarro nessas coisas.

Um site muito instrutivo e interessante:
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Paz e Prosperidade!
M. O-AK